Quando eu era da idade dos liliputianos, acreditava que o nosso cérebro tinha infinitas gavetas onde guardávamos todas as nossas memórias... gavetas fechadas, abertas, empenadas, cheias, vazias... A Terra dos Liliputianos é uma extensão do nosso cérebro, com gavetas sempre disponíveis para recordar.
Seja bem vindo à nossa terra, um caderno de viagens do tamanho das crianças.
11 comentários:
Adoro "lápis de pau", sou dessa geração e não consigo habituar-me aos de minas.
Bjkas
Lápis HB2 amarelos e pretos às riscas, voltaram ao nosso cantinho.
jinhos
Eu dou-me muito bem com o "primitive". Ainda escrevo muito à mão!
POR SORTE O MEU TIO DEIXOU-ME ALGUNS LÁPIS Viarco-desenho HB de 1950. Guardei-os na minha caixa dos lápis. Escolhi um para desenhar.
Ainda gosto do lapinhos da Viarco com a tabuada inscrita. Mas confesso que lembro-me constantemente do delete e do copy/paste quando preciso...
Eu gosto especialmente de lapiseiras, porque o bico não fica "rombo".:oP
O copy/paste numa versão qualquer possível de utilizar "manualmente", dava um jeitão!!!
Bjinhos
Como eu sempre detestei a minha letra, o teclado é o meu maior aliado, ele e os inumeros tipos de letras que vemos na net :)
jocas
Adoro escrever. Comlápis. caneta, lápis de cera...não importa. Sentir a mão a roçar o papel e vê-lo preencher-se de letras é mágico. Muito melhor que um ecrã de computador. Muitas vezes, os posts do meu blod são rascunhados a papel e caneta, à boa velha maneira.
Olha que giro! Eu tenho uma letra muito, muito horrorosa. Luz
Os meus posts também são muitas vezes 'rascunhados' em papel - no bloco de notas, especialmente aquelas frases dos liliputianos que nós não queremos esquecer.
Acho que tb sou assim um bocadinho, mas como a minha letra é horrivel, fico mais pela tecnologia, que desfarça este "defeito" meu... :)
Bjs e bom fim de semana
Maria Pereira
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