É muito fácil perder-mo-nos na feira do livro, tal como é fácil perder-mo-nos nas palavras atraídas pelo nosso olhar. Ouvimos uma mãe a gritar pelo filho, num desespero, numa angústia que só terminou longos minutos depois, a alguns metros de distância. O Vasco esteve perdido, tal como o senhor de idade, desorientado, que falava com o polícia e queria voltar para casa.
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Apertámos as mãos, os liliputianos levaram mais um raspanete por se distanciarem do pai ou da mãe. Gosto de dias mais calmos, sem o coração nas mãos.
7 comentários:
Ai nem me fales, quando vou algum lado com o canininho tenho de ter mil olhos pra não o perder de vista, já me perdi uma vez dos maus pais e sei a angustia que é, fonixxxx
Estamos sempre com o coração nas mãos....
Bjs
...ou não!
Devo ser eu q tenho um filho muito calmo, fácil de controlar a "guita".
;)
Nós quando saimos, cada um toma conta de uma, raio das moças passam a vida a querer andar sem as mão dadas, coração de mãe sofre.
Jinhos e boa semana calma
Xana
É angustiante. Nos dias que correm, ainda é pior, infelizmente. Estou pessimista, mas é a realidade.
Rudolfo a rena
Só de pensar naquela mãe... é uma dor muito grande!
Só de pensar naquela mãe... é uma dor muito grande!
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