Quando eu era da idade dos liliputianos, acreditava que o nosso cérebro tinha infinitas gavetas onde guardávamos todas as nossas memórias... gavetas fechadas, abertas, empenadas, cheias, vazias... A Terra dos Liliputianos é uma extensão do nosso cérebro, com gavetas sempre disponíveis para recordar.

Seja bem vindo à nossa terra, um caderno de viagens do tamanho das crianças.



segunda-feira, 26 de maio de 2008

De mãos dadas

É muito fácil perder-mo-nos na feira do livro, tal como é fácil perder-mo-nos nas palavras atraídas pelo nosso olhar. Ouvimos uma mãe a gritar pelo filho, num desespero, numa angústia que só terminou longos minutos depois, a alguns metros de distância. O Vasco esteve perdido, tal como o senhor de idade, desorientado, que falava com o polícia e queria voltar para casa.
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Apertámos as mãos, os liliputianos levaram mais um raspanete por se distanciarem do pai ou da mãe. Gosto de dias mais calmos, sem o coração nas mãos.

7 comentários:

Anónimo disse...

Ai nem me fales, quando vou algum lado com o canininho tenho de ter mil olhos pra não o perder de vista, já me perdi uma vez dos maus pais e sei a angustia que é, fonixxxx

Ana disse...

Estamos sempre com o coração nas mãos....

Bjs

Rodrez disse...

...ou não!

Devo ser eu q tenho um filho muito calmo, fácil de controlar a "guita".

;)

As Minhas Pinxesas disse...

Nós quando saimos, cada um toma conta de uma, raio das moças passam a vida a querer andar sem as mão dadas, coração de mãe sofre.
Jinhos e boa semana calma
Xana

Anónimo disse...

É angustiante. Nos dias que correm, ainda é pior, infelizmente. Estou pessimista, mas é a realidade.

Rudolfo a rena

Terra Mãe disse...

Só de pensar naquela mãe... é uma dor muito grande!

Terra Mãe disse...

Só de pensar naquela mãe... é uma dor muito grande!